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Tipos de enxertos |
O enxerto de osso autógeno é o que normalmente se busca, pois o osso apresenta as mesmas características da pessoa que está recebendo. A desvantagem, é que o enxerto autógeno envolve a tomada do próprio osso do paciente de uma parte do corpo onde não é essencial (tipicamente da mandíbula, crista ilíaca, costela ou calota craniana), e colocamos (enxertamos) no local onde ele é necessário. Os enxertos autógenos são preferidos porque apresentam menor risco de reabsorção e insucesso no tratamento, pois o osso é do próprio paciente. O aspecto negativo do procedimento é que o cirurgião tem que fazer mais incisões e outra cirurgia para retirar o osso da área doadora. Neste aspecto, o osso de banco (enxerto homógeno) é muito superior, pois já vem pronto e do tamanho necessário, diminuindo o tempo de cirurgia. Para cada procedimento, é necessário verificar o tipo de abordagem necessária, pois para pequenos defeitos ósseos, os enxertos aloplásticos (hidroxiapatita) são perfeitos e não envolvem outra cirurgia para a sua remoção. Não utilizo materias derivados de osso bovino, por não acreditar que estes tenham indicação frente às possibilidades que temos nos dias de hoje para a recosntrução óssea com materiais homógenos e sintéticos. |

