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Fraturas faciais |
O primeiro relato de fraturas faciais foi feito por Hippocrates no ano de 400 A.C., desde então vários estudos foram feitos com o propósito de entender melhor como as fraturas ocorrem e a melhor maneira de tratá-las. Durante a primeira e segunda guerra o avanço no tratamento das fraturas faciais foi imenso, porém apenas com o uso cada vez maior de tomografias é que os resultados começaram a ficar melhores. As fraturas faciais ocorrem normalmente por traumas de baixo impacto, como em acidentes de carro, brigas, esportes, quedas, entre outros. Podem também ser decorrentes de traumas de alto impacto, como em explosões, tiros, facadas, entre outras. A força necessária para provocar fraturas facias é definida pela força da gravidade, como no desenho ao lado. Existem ossos mais resistentes e outros menos resistentes ao impacto. Os traumas de alto impacto são classificados em traumas com força acima de 50 vezes a força da gravidade (> 50G) e os de baixo impacto são definidos quando são menores de 50 vezes a força da gravidade (< 50G). Como no exemplo, temos áreas menos resistentes a traumas, como a região nasal (30G) e a região zigomática (50G). E áreas mais resistentes, como o ângulo mandibular (70G), sínfise mandibular (100G) e margens supra-orbitais (200G). |

