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Fraturas de Maxila |
As Fraturas maxilares são importantes por alterarem toda a altura facial, largura e principalmente a capacidade respiratória. Apesar de ocorrerem em menor frequência do que as fraturas mandibulares, não são menos complexas no tratamento. O tratamento das fraturas maxilares é característico, e difere do tratamento das fraturas de mandíbula por exemplo, por ter como principal preocupação a reconstrução apenas dos pilares de sustentação, o pilar zigomático, pilar canino e margens orbitais, dando portanto, suporte para os tecidos. As fraturas maxilares foram primeiramente classificadas em 1901 por Renee LeFort, em estudos com cadáveres. As Fraturas são divididas em: LeFort I: a separação dos ossos ocorre logo abaixo da região nasal, como se fosse um traço horizontal, dando o aspecto similar ao de uma dentadura (prótese total). LeFort II: a separação dos ossos ocorre em formato piramidal, normalmente pelas suturas maxilo-zigomáticas, envolvendo também a pirâmide nasal. LeFort III: a separação é de todos os ossos faciais, envolvendo também a órbita e passando atrás do globo ocular. Também é conhecida como disjunção crânio facial. |

