![]() |
Fraturas alveolares |
As fraturas alveolares não são tão comuns, geralmente ocorrem fraturas de mandíbula ou maxila, porém elas podem ocorrer provenientes de um trauma localizado e direto, como socos, quedas, ferimentos por projéteis de arma de fogo e acidentes de pequena intensidade. O fragmento dento-alveolar pode desprender-se da mucosa, o que o torna um "enxerto livre" com poucas chances de sucesso, o que normalmente gera mutilações dentais e dento-alveolares. Quando não ocorre este despreendimento da mucosa, podemos reduzir e imobilizar o fragmento dento-alveolar com certa segurança e certeza de sucesso, visto que a chance da vascularização retornar é muito grande, o que faz com que os dentes fiquem vivos. Na eventualidade dos dentes não manterem a vitalidade (necrosarem), o tratamento de canal é o indicado, sendo necessário ser realizado assim que possível, para garantir a manutenção dos dentes no local. As fraturas alveolares podem estar associadas também a fraturas maiores, como fraturas de mandíbula ou maxila. |
| Exemplos e classificações das fraturas alveolares (podem ser aplicados para maxila ou mandíbula) | ||||
![]() |
Fratura alveolar de rebordo sem dentes (edêntulo), requer fixação com parafusos de titânio ou amarria com fios de aço |
![]() |
Fratura alveolar de rebordo com dentes, sem deslocamento, requer apenas estabilização dental com fios ou acessórios próprios para este fim |
|
| Fratura alveolar tipo I | Fratura alveolar tipo II | |||
![]() |
Fratura alveolar de rebordo com dentes, com deslocamento, requer redução dos fragmentos, estabilização com fios |
![]() |
Fratura alveolar de rebordo associada à fratura mandibular, requer cirurgia para redução dos fragmentos e fixação interna rígida |
|
| Fratura alveolar tipo III | Fratura alveolar tipo IV | |||





